"Me apaixonei por um príncipe encantado que ao invés de ter coroa, tinha um caráter. E em vez de ter um castelo num reino distante, tinha um coração ao aberto ao meu alcance"
Elis: Mau caráter é ser inseguro, sem nenhuma possibilidade de sobrevivência as suas próprias expensas, então procurar sugar o máximo possível de alguém que seja, já que você não é. Pois é, a insegurança e a necessidade de sobrevivência e a carência afetiva e, e, e, e.… chegam a um grau tão elevado que você passa a se achar nada e as vezes, você é nada realmente, você pensa que é uma alguma coisa, mas na verdade você é nada. E por isto você não se impõe, mas as pessoas são narcisistas, elas nunca acreditam que elas não se impõem, não por falta de valor, mas elas acreditam na má vontade dos outros, na maioria das vezes. Então essas pessoas procuram chegar e fazer o papel do sanguessuga, do morcego, de gordunhar, pegar a jugular de alguém que tenha sangue tipo A, já que ele tem tipo – A, e transformar o sangue dele, fazer uma modificação e passar a viver em função de padrões estabelecidos por uma outra pessoa. Essas pessoas... agora, eu não acho que seja por maldade que as pessoas fazem isso, as pessoas fazem por necessidade de sobrevivência e essas pessoas todas odeiam quem não permite que elas façam isso consigo. Aí então elas chamam os outros de mau caráter.
Entrevistador: Qual o tempo que você leva, em média, com a experiência que você tem, pra perceber que você está lidando com um provável mau caráter?
Elis: No “boa tarde”. Eu venho de uma escola de víboras então eu já sei num “boa tarde”, (risos), num “boa tarde” eu já tô sabendo, no olhar eu já tô sabendo. É muito difícil eu me enganar. Por isso que hoje em dia eu me envolvo o menos possível com as pessoas. Dou um prazo de, pelo menos, 6 meses para que elas mostrem o trabalho delas e depois então a gente conversa. Não me entusiasmo mais à primeira vista com quem quer que seja.
Elis: Mau caráter é ser inseguro, sem nenhuma possibilidade de sobrevivência as suas próprias expensas, então procurar sugar o máximo possível de alguém que seja, já que você não é. Pois é, a insegurança e a necessidade de sobrevivência e a carência afetiva e, e, e, e.… chegam a um grau tão elevado que você passa a se achar nada e as vezes, você é nada realmente, você pensa que é uma alguma coisa, mas na verdade você é nada. E por isto você não se impõe, mas as pessoas são narcisistas, elas nunca acreditam que elas não se impõem, não por falta de valor, mas elas acreditam na má vontade dos outros, na maioria das vezes. Então essas pessoas procuram chegar e fazer o papel do sanguessuga, do morcego, de gordunhar, pegar a jugular de alguém que tenha sangue tipo A, já que ele tem tipo – A, e transformar o sangue dele, fazer uma modificação e passar a viver em função de padrões estabelecidos por uma outra pessoa. Essas pessoas... agora, eu não acho que seja por maldade que as pessoas fazem isso, as pessoas fazem por necessidade de sobrevivência e essas pessoas todas odeiam quem não permite que elas façam isso consigo. Aí então elas chamam os outros de mau caráter.
Entrevistador: Qual o tempo que você leva, em média, com a experiência que você tem, pra perceber que você está lidando com um provável mau caráter?
Elis: No “boa tarde”. Eu venho de uma escola de víboras então eu já sei num “boa tarde”, (risos), num “boa tarde” eu já tô sabendo, no olhar eu já tô sabendo. É muito difícil eu me enganar. Por isso que hoje em dia eu me envolvo o menos possível com as pessoas. Dou um prazo de, pelo menos, 6 meses para que elas mostrem o trabalho delas e depois então a gente conversa. Não me entusiasmo mais à primeira vista com quem quer que seja.